Inventário da emissão de gases é um diferencial corporativo competitivo
Consultor em ESG da Martinelli destaca importância das empresas terem esse relatório

Uma gestão cada vez mais crescente na área ESG (Ambiental, Social e de Governança) nas empresas é o interesse em reduzir os efeitos dos gases provenientes da emissão do o dióxido de carbono (CO2).
O motivo disso está relacionado ao uso de combustíveis fósseis, como petróleo, carvão mineral e gás natural. A queima desses produtos eleva o lançamento de gases poluentes na atmosfera.
A intensificação dessa emissão faz com que parte desses raios solares não voltem para o espaço, provocando uma elevação na temperatura do planeta, o aquecimento global e mudanças climáticas.
Em 2015, o famoso Acordo de Paris, definiu as políticas e prazos para colocar em prática medidas de redução da emissão de gases poluentes na atmosfera e diminuir os impactos da elevação da temperatura global.
Signatário do acordo, o Brasil se propôs a contribuir com a redução de emissões de gases do efeito estufa (GEE) em 37% em 2025, chegando a 43% em 2030.
Entre as iniciativas estão medidas relacionadas ao uso de biocombustíveis, mudança no uso da terra e florestas, eficiência energética e energias renováveis.
As empresas têm um importante papel de contribuição nesse processo de reduzir os impactos do efeito estufa. Para iniciar uma ação que ajude a reduzir os efeitos danosos ao planeta, é importante as companhias terem uma noção da própria realidade.
O consultor em ESG da Martinelli, Yuri Bauer, ressalta que a elaboração do inventário da emissão dos gases do efeito estufa tem uma grande vantagem na parte de controle operacional e também uma métrica na questão de sustentabilidade.
Segundo o especialista, esse relatório diz qual é a pegada de carbono que a companhia tem em relação à própria atividade, ao consumo energético em comparação à compra energia elétrica ou térmica, e também ao impacto à cadeia de valor que ela movimenta.
“A companhia que começa a produzir esse relatório se prepara para uma nova realidade legal. É importante as empresas terem isso de antemão. Muitos clientes já exigem isso. Outro diferencial é o controle de dados e entender os pontos positivos e negativos e onde se pode melhorar. As empresas que se preparam neste relatório têm facilidade para participar de outros mercados e como diferencial competitivo e potencializa a marca”, destaca Bauer.
A Martinelli atua com uma equipe técnica, na área ESG, para a elaboração dos inventários de emissões dos gases do efeito estufa. Esse processo identifica, quantifica e gerencia as emissões positivas e negativas dos gases.
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